Saudade, Muita Saudade de Elis
Na manhã de 19 de janeiro de 1982, Elis Regina foi encontrada caída no chão de seu apartamento no Jardim Paulista, bairro nobre de São Paulo, pelo então namorado, o advogado Samuel MacDowell. Levada ao vizinho Hospital das Clínicas, já chegou sem vida. A causa da morte: uma mistura letal de cocaína e álcool. Ela tinha apenas 36 anos.
Nascida em 17 de março de 1945 em Porto Alegre, Elis Regina Carvalho Costa começou a cantar aos 11 anos, em programas de rádio. Entre 1961 e 1963, lançou quatro discos, mas só começou a fazer sucesso quando deixou o Rio Grande do Sul, em 1964. Em 1965 veio o estouro nacional: interpretando "Arrastão", de Edu Lobo e Vinicius, Elis venceu o primeiro Festival de Música Popular Brasileira.
Talvez a melhor forma de definir Elis Regina seja através de frases da própria Elis Regina: "Se ser geniosa, exigente e não gostar de ser passada para trás é ser mau caráter, então eu sou". Ou então: "Sempre vou viver como kamikaze. Isso me faz ficar de pé."
Fascinação, magnífica interpretação de Elis
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Os Cinco Tipos Corporativos
Você pode nem se dar conta, mas no dia a dia, trabalhando em uma empresa, tem de se relacionar com uma diversidade de tipos.
Com alguns deles a convivência é pacífica e até harmônica. Com outros, a relação é tensa e beira o conflito.
"O desafio é trabalhar bem com cada perfil e evitar que uma pessoa prejudique o desempenho do grupo", diz Arlindo Felipe Jr., diretor da AFJ Consultoria, de São Paulo.
Identificamos cinco tipos que estão presentes em todas as organizações. Saiba como você deve lidar com cada um deles.
Encosto / Dissimulado
Ele se aproveita das oportunidades que aparecem para os outros. Não tem compromisso com nada nem com ninguém, a não ser com ele mesmo. Para tudo que é discutido, a resposta é quase sempre a mesma: "Não sei".
Cada equipe tem pelo menos um encosto. Não dura muito tempo em cargos mais altos devido às exigências da posição. Como lidar? Basta designar tarefas e enchê-lo de trabalho.
Paciência zero / Pavio Curto
É o típico estressado, que está sempre irritado e distribuindo patadas.
Dependendo do ramo de atuação da companhia, até 50% da força de trabalho se encaixa no perfil.
Como lidar? Paciência, muita paciência.
Se ele for realmente necessário, é fundamental o desenvolvimento desse profissional na companhia para que seu mau humor não contamine os outros.
Deus / Prepotente
É o funcionário que acredita ser perfeito e incapaz de cometer erros.
Um grupo ou departamento tem de um a dois "deuses". Como lidar? "Ele nunca erra, aliás.
Quando acontece um deslize em seu departamento, ele imediatamente procura alguém para culpar".
Para esse tipo de perfil, a solução é um bom feedback. Se nada disso funcionar, talvez seja o caso de falar com o chefe.
Duas caras / Falso
É o funcionário dissimulado, que nunca mostra suas reais intenções.
Geralmente é um carreirista, que quer agradar a todos.
É muito fácil identificá-lo; difícil mesmo é saber de que lado ele joga.
Como lidar? "Primeiro, precisa ser identificado e, depois, cortado da sua lista de confidentes.
Ele exerce influência sobre os outros e pode comprometer o bom funcionamento do departamento".
Femme fatale / Piriguete
Ela usa de sua beleza para ganhar a admiração dos superiores.
Elas são a minoria, porém, são facilmente identificáveis. Costumam se vestir como se fossem sair da firma para a balada.
Como lidar? Se o comportamento dela cria desavenças na equipe, é o caso de chamar a "moça" para uma boa conversa.
Agora, isso pode não resolver e você corre o risco de se indispor com algum superior.
O fim está mais próximo do que as pessoas imaginam, já que o mundo deve acabar na sexta-feira (21/10), segundo as previsões do pregador evangélico americano Harold Camping.
Anteriormente, Camping havia dito que o dia do apocalipse seria em 21 de maio deste ano, segundo um blog do jornal americano "The Washington Post".
Quando o dia acabou sem que isso se confirmasse, o religioso afirmou que o mundo todo, com exceção dos "eleitos", estaria sob julgamento divino até a data do chamado juízo final, em 21 de outubro.
De acordo com um blog da revista "Forbes", Camping diz que ele consegue prever o fim dos tempos porque tem a capacidade de interpretar evidências numerológicas na Bíblia.
Antes de errar em maio de 2011, ele já havia previsto que o mundo acabaria em 21 de maio de 1988 e 6 de setembro de 1964.
Com essa, vou pro sítio e só volto quando acabar o furdunço!
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Elton John - Sacrifice
Daquelas que dispensa comentários.
É só curtir mesmo.
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Brasil é a piada da vez!
A "presidentA" levou nos dedos diante do mundo todo quando se viu obrigada a assumir uma postura pela moralidade e transparência na Administração Pública e lutar contra a corrupção endêmica que assola o país.
Se o Congresso fez chacota com o eleitor brasileiro e indicou Tiririca para a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, a ONU faz chacota com o Brasil e Dilma teve que assumir uma postura de quem é contra a corrupção.
E a piada provoca risos diante do mundo todo, pois enquanto a "presidentA" quis discutir a questão dos palestinos, etc. e tal, Barack Obama lhe deu um puxão de orelhas - lieralmente diante de todo o mundo - e a fez lembrar que antes de resolver as grandes questões mundiais, temos que fazer a lição de casa.
Diante das câmeras do mundo todo, sorriu constrangida e aderiu ao plano, mas por debeixo dos panos, seus dedinhos sinalizam o fim da corrupção:

Nunca na história deste país... fomos tão humilhados!
Ofensa ao Contribuinte... (mais uma!!!)
Modelo de Cartaz safado existente em todos os lugares onde há mau atendimento ao público:

Um alerta a Prefeitos, secretários municipais, vereadores, deputados, senadores, delegados, policiais civis e militares, médicos, enfermeiros, guardas de trânsito, fiscais, varredores de rua professores, altos assessores e aspones:
Esse cartaz deve ser jogado no lixo por ser uma ofensa ao Contribuinte, seu melhor Cliente e seu Patrão!
Seu funcionário não tá contente? acha que ganha pouco? Ele que vá procurar outro trabalho e desocupe a moita!

No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, a UNE não saiu, não!
É que a UNE estava contando dinheiro.
O governo petista já repassou aos pelegos mais de R$ 10 milhões e vai dar outros R$ 40 milhões para eles construírem uma sede de 13 andares, que serão ocupados pelo seu vazio de idéias, pelo seu vazio moral, pelo seu vazio ético.
No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, a CUT não saiu, não!
É que a CUT estava contando dinheiro.
O governo petista decidiu repassar para as centrais sindicais uma parte do indecoroso imposto cobrado mesmo de trabalhadores não-sindicalizados. Além disso, boa parte dos quadros das centrais exerce cargos de confiança na máquina federal.
No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, o MST não saiu, não!
É que o MST estava contando dinheiro.
O movimento só existe porque o governo o mantém com recursos públicos. Preferiu fazer protestos contra a modernização da agricultura.
No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, os ditos movimentos sociais não saíram, não!
É que os ditos movimentos sociais estavam contando dinheiro.
Preferiram insistir no seu estranho protesto a favor, chamado “Grito dos Excluídos”. Na verdade, são os “incluídos” da ordem petista.
Os milhares que saíram às ruas, com raras exceções, não têm partido, não pertencem a grupos, não reconhecem um líder, não seguem a manada, não se comportam como bando, não brandem bandeiras vermelhas, não cultuam cadáveres de falsos mártires nem se encantam com profetas pés-de-chinelo.
Os milhares que saíram às ruas estudam, trabalham, pagam impostos, têm sonhos, querem um país melhor, estão enfarados da roubalheira, repudiam a ignorância, a pilantragem, lutam por uma vida melhor e sabem que a verdadeira conquista é a que se dá pelo esforço.
Os milhares que saíram às ruas não agüentam mais o conchavo, têm asco dos vigaristas que tomaram de assalto o país, não acreditam mais na propaganda oficial, repudiam a política como exercício da mentira, chamam de farsantes os que, em nome do combate à pobreza, pilham o país, dedicam-se a negociatas, metem-se em maquinações políticas que passam longe do interesse público.
O MSP - O Movimento dos Sem-Político
Vocês viram que os milhares que saíram às ruas estavam acompanhados apenas de seus pares, que, como eles, também saíram às ruas. Era o verdadeiro Movimento dos Sem-Político. Não que eles não pudessem aparecer por ali. O PSOL até tentou “embandeirar” os protestos, mas os presentes não aceitaram. Aquele era um movimento das ruas, não dos utopista do século retrasado, que ainda vêm nos falar, santo Deus!, de “socialismo com liberdade”.
Se políticos aparecessem para também protestar — não para guiar o povo —, teriam sido bem-recebidos, mas eles não apareceram porque nem se deram conta ainda de que alguma coisa está em gestação, de que um movimento está em curso, de que algo se move no ventre da sociedade brasileira.
Na semana em que milhares de brasileiros evidenciavam nas redes sociais e nos blogs e sites jornalísticos que estão enfarados de lambança, governistas e oposicionistas estavam mantendo conversinhas ao pé do ouvido para tentar preencher a próxima vaga do Tribunal de Contas da União. A escolha do nome virou parte das articulações para a disputa pela Presidência da República em 2014… Governistas e oposicionistas que se metem nesse tipo de articulação, da forma como se dá, não estão percebendo que começa a nascer um movimento, que já reúne milhares de pessoas, que não mais aceita esse minueto de governistas arrogantes e oposicionistas espertalhões. Essa gente, de um lado e de outro, ficou irremediavelmente velha de espírito.
Os caras-pintadas, desta feita, não puderam contar com a máquina dos governos de oposição, como aconteceu com o Movimento das Diretas-Já e do impeachment de Collor. Ontem, e assim será por um bom tempo, eram as pessoas por elas mesmas. Sim, algo se move na sociedade. E é inútil se apresentar para “dirigir” o movimento.
Marina Silva até percebeu a onda, mas errou ao apostar que os outros não perceberam a sua onda. Esse movimento, dona Marina, não nasce com assessoria de imprensa, assessoria de imagem, assessoria política e forte suporte financeiro. O seu apartidarismo, candidata, é transitório; o dos brasileiros que foram às ruas é uma condição da liberdade.
Temos, acreditem, uma das educações mais caras do mundo para ter uma das piores escolas do mundo. Temos um dos estados mais fortes do mundo para ter uma das maiores cleptocracias do mundo.
O Movimento dos Sem-Partido não rejeita a democracia dos partidos — até porque, sem eles, só existe a ditadura do Partido Único —, mas quer saber se alguém se dispõe efetivamente a romper esse ciclo de conveniências e conivências. Os milhares que foram às ruas desafiaram o risco de ser demonizados pelos esbirros do oficialismo. Perderam o medo.
Os milhares que foram às ruas ontem não precisam da oposição, não precisam do subjornalismo, não precisam do jornalismo simpático às manifestações de protesto do Iêmen… A dinâmica hoje em dia é outra.
Que os sem-partido, sem-grupos, sem-líder, sem-bando, sem-bandeiras vermelhas, sem-mártires e sem-profetas insistam. A oposição, se quiser, que se junte. Quem sabe até ela aprenda a ser livre e também diga com clareza: “Não, vocês não podem!”
Por Reinaldo Azevedo, VEJA

Só protestar pela internet não adianta.
O que podemos fazer na prática?
Diante da roubalheira impune, que vai atingindo dimensões medonhas, os brasileiros honestos sentem que é preciso mostrar nas ruas que também a indignação do país que presta chegou a altitudes sem precedentes.
Quem já não suporta a ladroagem tem o dever de comparecer.
Quem acha que a lei vale para todos não pode perder o bonde da História.
Os brasileiros precisam aprender que o destino de qualquer nação é desenhado pela vontade de seus filhos.
E vontade se manifesta nas ruas. Assim começam os grandes movimentos populares.
Assim começou a campanha pela volta das eleições diretas para a Presidência da República.
Assim deve começar o movimento pelo fim do assalto sem castigo ao dinheiro do povo.
CADEIA NELES!!!
De VEJA on line - Coluna de Lauro Jardim

A Ajufe (Associação dos Juízes Federais) marcou para 17 de agosto uma assembléia de para discutir a deflagração de uma greve nacional de cerca de 16.100 juízes em atividade no país. Donos de contracheques com valor médio de R$ 23 mil mensais, os juízes reivindicam reajuste de 14,79%.
A notícia está na página da Ajufe na web de terça (21) –mesmo dia em que o CNJ aprovou auxílio alimentação, ajuda de custo para atividades realizadas fora da jurisdição e pedidos de licença.
Há mais: já beneficiados com férias anuais de 60 dias, os magistrados ganharam o “direito” de vender 20 dias do período de repouso.
A resolução do CNJ não tem amparo legal. A Loman (Lei Orgânica da Magistratura) não prevê tais benefícios.
Quanto ao pedido de aumento salarial de 14,79%, depende de aprovação no Congresso. O Juizes defendem que os membros do Supremo passem a receber R$ 30.675. Algo que estimularia os parlamentares, já equiparados ao STF, a se autorreajustar.
Seria acionado, então, um efeito dominó que iria aumentar a remuneração da presidente da República e dos ministros, dos senadores, deputados federais e estaduais e até vereadores.
Escrito por Josias de Souza às 05h09
Prá curtir com esse friozinho...
Voz gostosa, quente de Zelia Duncan
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Sem Copa e sem Olimpíada
O Brasil não precisa de Copa do Mundo e nem de Olimpíada que custarão bilhões em licitações obscuras e ladroagem às claras.
Enquanto estamos na iminência de sofrer um "apagão" de mão de obra qualificada, prestes a sofrer uma invasão de trabalhadores mais disciplinados e com alto índice de qualificação que virão de outros países para ocupar nossas vagas de trabalho aqui, o Governo que está aí só pensa em pão e circo.



E anencéfalos bichinhos amestrados ainda
batem palmas p´ra Rainha do Espetáculo.
O estudo, elaborado pela David Gardner & Associates, mostra que a Indonésia é o terceiro maior emissor de gases de efeito estufa e o Brasil é o quarto, ambos por causa do desmatamento e depois da China e dos Estados Unidos (estes por outras razões).
O propósito central do estudo é mostrar que o pagamento pela preservação das florestas tropicais, deixando-as em pé, representaria um grande benefício para os agropecuaristas americanos e quantifica esta vantagem: se fosse possível reduzir o desmatamento tropical em 50% até 2020 e eliminá-lo completamente até 2030, o rendimento adicional para os produtores rurais dos Estados Unidos poderia chegar a US$ 270 bilhões.
Boa parte desse resultado seria obtida com a redução da concorrência provocada pelos eficientes produtores brasileiros de soja e carne bovina nas áreas desflorestadas. O aumento da renda dos americanos também viria com a economia dos fertilizantes e de energia, pela menor competição. O estudo mostra ainda o potencial do impacto anual para os cenários de redução do desmatamento, de 50% a 100%.
No caso da soja, para uma redução de 50%, o aumento anual da renda para os sojicultores americanos seria de até US$ 405 milhões (tendo como referência os valores de 2008), aumentado para até US$ 590 milhões na hipótese de desmatamento zero. Para as carnes, os valores poderiam chegar a US$ 1,9 bilhão com 50% e a US$ 2,3 bilhões com redução de 100% de desmatamento.
São números espetaculares que justificam o interesse dos produtores rurais dos Estados Unidos pela diminuição da concorrência com brasileiros e outros produtores de países tropicais.
Como a concorrência se daria pelo aumento da produção nesses países devido ao desmatamento, o trabalho propõe uma política climática que viabilize o pagamento pela manutenção da floresta tropical em pé. Essas ideias têm pelo menos duas interessantes vertentes para análise: por um lado, fica claro o interesse dos nossos concorrentes em evitar o crescimento de produção rural no Brasil e outros países tropicais, o que justifica ações de outra natureza contra o desmatamento nessas regiões.
Por outro lado, é muito bem-vinda a tese da remuneração pela floresta em pé, que também defendemos no Brasil. É curioso: o medo que os agricultores americanos têm de concorrer conosco os leva a propor o pagamento de floresta preservada...
E isso faz muito sentido: a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) e a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) acabam de publicar um importantíssimo estudo mostrando que durante os próximos dez anos o Brasil será de longe o país com maior crescimento da produção agrícola.
De acordo com o relatório, a expansão do agronegócio brasileiro será de 40% até 2019/2020, o dobro da média mundial, enquanto nos Estados Unidos (e também Canadá) o crescimento ficará entre 10% e 15%. Mesmo em países agrícolas fortes, como Rússia e Ucrânia, a expansão não chegará a 30% no período, enquanto na China será de 26%, e na Índia, de 21%; a Austrália não chega a 10%, e a União Europeia, só a 4%.
Portanto, estão certos os americanos em colocar as barbas de molho.
ROBERTO RODRIGUES, 67, é coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, presidente do Conselho Superior do Agronegócio da Fiesp e professor do Departamento de Economia Rural da Unesp -Jaboticabal, foi ministro da Agricultura (governo Lula).
Saudade de quando se fazia
música de qualidade!
E lá vem a saudade de novo...
nada como uma boa dose de nostalgia
prá lembrar os tempos em que
acalentamos grandes sonhos...
Lobo: I Can I Tell Her
Apagão de Mão de Obra

Um mapa do emprego no Brasil
O país precisa formar 180 mil profissionais de nível técnico até 2014, com uma demanda que se espalha de forma desigual pelos estados.
“Qualificação” é a palavra-chave para quem quer entrar no mercado de trabalho.
O crescimento acelerado da economia brasileira nos últimos anos, impulsionado pelo grande volume de investimentos estatais e privados, gerou uma alta demanda por profissionais qualificados.
Embora exista escassez de profissionais de nível superior, como engenheiros, a maior carência, em quantidade, é no nível técnico. Por causa da carência de qualificação local, empresas têm criado cursos para formar pedreiros, carpinteiros, armadores, mecânicos, eletricistas e operadores de máquinas, entre outros.
Cálculo feito pelo SENAI aponta que da mão de obra necessária nos próximos três anos, 52% será de técnicos com formação mais básica - com duração de até 200 horas, nas áreas eletroeletrônica, metalmecânica, construção civil e automotiva), 26% de técnicos com mais de 200 horas de qualificação, 19% de profissionais com formação técnica de nível médio e 3% de pessoas com ensino superior.
Para atender a demanda do mercado, o Brasil terá que preparar 59,6 mil pessoas por ano até 2014, nos mais diversos segmentos da indústria.
Da Parte ao Todo

Somos pequenos demais para entender a Grandeza que rege o Universo.
Nossa ciência é, ainda, incapaz de explicar a Criação.
E o Caos? Ora, imagine uma grande explosão de dimensões cósmicas sendo capaz de deflagrar o processo de estruturação e ordem que existe no Universo! é isso possível?
E você, em sã consciência, no uso da Razão, ainda acha que não existe uma Inteligência Maior regendo este processo todo?
Negar o que não entendemos não significa que o que não entendemos não existe!
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